É, PESSOAL. A GENTE PLANEJA TUDO. É A CASA NOVA QUE VAI COMPRAR, O CARRO NOVO! PARA QUEM JÁ TEM MAIS DE CINQUENTINHA PLANEJA UMA REVISÃO COMPLETA INTERNA DO CORPÍTIO. SÓ QUE QUE ÁS VEZES DEMORA TANTO PARA FAZÊ-LA, QUE OU MORRE ANTES OU ESTÁ TUDO DETONADO QUE NÃO TEM MAIS JEITO. QUE TAL FAZER AGORA, VIVER O JÁ! OLHA, PRESTEM ATENÇÃO NÃO É GASTAR ALÉM DE SEUS RENDIMENTOS, NEM SAIR AGARRANDO TODO MUNDO NA RUA! FAZER AS COISAS NÃO É SAIR ATROPELANDO, CALMA, MAS NÃO DE JÓ . não deixe para fazer amanhã o que pode fazer agora!
termino com XICO XAVIER.
" EMBORA NINGÚEM POSSA VOLTAR ATRÁS E FAZER UM NOVO COMEÇO, QUALQUER UM PODE COMEÇAR AGORA E FAZER UM NOVO FIM."
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Sonho
Sonho
O sonho de um menino
Um apito.
O sonho de um velho
Um videotape.
O sonho de um insone
Um dormir sem tréguas.
O sonho de um escritor
Um livro inteiro sem dor.
O sonho de um menino
Um apito.
O sonho de um velho
Um videotape.
O sonho de um insone
Um dormir sem tréguas.
O sonho de um escritor
Um livro inteiro sem dor.
poema sem nome
O seu olhar
O mar
Os seus braços
O traço
O seu abraço
O Porto Seguro
Quero Ler
Escrever
A vida sorver
Um milhão de letrinhas dançantes comer
O mar
Os seus braços
O traço
O seu abraço
O Porto Seguro
Quero Ler
Escrever
A vida sorver
Um milhão de letrinhas dançantes comer
Superação de uma família
E eis que ironia do destino, vejam só: a menininha que tinha que buscar de balde a água potável, para a família beber em uma torneiro pública, agora mulher de meia idade, coberta de espuma em uma banheira de hidromassagem! Ela jamais sonhara, jamais pensara que sairia daquela pobrezaE eis que ironia do destino, vejam só: a menininha que tinha que buscar de balde a água potável, para a família beber em uma torneiro pública, agora mulher de meia idade, coberta de espuma em uma banheira de hidromassagem! Ela jamais sonhara, jamais pensara que sairia daquela pobreza, mas pobreza material, porque riqueza espiritual sempre 98 muita. Brincando com a espuma muito branca que cobre seu corpo, lembra da infância muito sofrida, lembra da banana, do ovo dividido entre tantas bocas. Lembra da japona de feltro, que dividia com a irmã. Muitas vezes antes de adentrar no portão da casa. Era uma casa pintada com cal. O cal branquinho, cheiroso.... às vezes chegava a imaginar que gosto teria...No assoalho, logo após a escadinha de três degraus havia uma mancha de tinta de tinteiro. Quem teria ali derramado, nunca ousou perguntar, mas muito esfregava aquele chão quando lavava .
Oh, vão empilhar a lenha, pois vai chover, gritava a sua mãe. Lá iam eles, franzinos, de pés descalços a colocar a lenha para dentro do galpão. O sonho da menina magricela era dar uma volta na gaiota ( veículo puxada por animal)que trazia a lenha ou quem sabe ir para longe onde tivesse um bom pão com manteiga e uma xícara de café com leite. O pão era muito escasso na casa dessa gente tão lutadora, mas tão pobrezinha! Então em vez de pão havia muito cuscuz!( comida nordestina)Nitita era o apelido da menina magrinha, esta era uma especialista em fazer o "cuscuz". A farinha de milho deslizava entre os dedos dela , ao mesmo tempo em que ia umedecendo com água , uma pitadinha de sal e outra de açúcar ! Depois como não havia a forma apropriada para fazer a "iguaria", era improvisado com uma tampa de panela e um pano de prato para o cozimento em banho maria. E rapidinho estava tudo pronto. Então Glauco, Omar, Genival,Esses eram os nomes dos irmãos de Nitita, devoravam com a maior alegria o alimento que era acompanhado , na maioria das vezes com café preto, pois o leite era reservado às crianças menores. Havia também uma irmã que se chamava Sheila e o irmão mais moço que se chamava Aragão . Era uma gente pobre, mas muito bonita, muito alegres, muito estudiosos e muito felizes mesmo!
Moravam anteriormente em uma casinha branca, pintadinha a cal pelo seu Dorval que era o chefe da família. Comentava-se que seu Dorval era filho de fazendeiros , gente muito rica, rica mesmo, e que este somente fora trabalhar com quase quarenta anos de idade, depois que seu pai vendeu a propriedade, o gado etc... Seu Dorval era um homem alto, magro com olhos cor de mel, um bigode não muito grande, podia se dizer que era bem apessoado. Seu temperamento era calmo na aparência, muito calado e raramente sorria. Trabalhara para fazendeiros como capataz. Sabia trançar um laço , sabia montar e falavam que fora um excelente domador quando jovem. Mas agora trabalhava como funcionário público no Batalhão Rodoviário que construiu várias estradas, dentre elas BR285, Br290 e iniciou a construção da Estrada Belém- Santarém. A função que desempenhava era como guarda-noturno, na época chamavam a essas pessoas de "vigia", um civil que cuidadava das casas dos oficiais. Isso tudo aconteceu na cidade de Rio das Antas.E eis que ironia do destino, vejam só: a menininha que tinha que buscar de balde a água potável, para a família beber em uma torneiro pública, agora mulher de meia idade, coberta de espuma em uma banheira de hidromassagem! Ela jamais sonhara, jamais pensara que sairia daquela pobreza, mas pobreza material, porque riqueza espiritual sempre 98 muita. Brincando com a espuma muito branca que cobre seu corpo, lembra da infância muito sofrida, lembra da banana, do ovo dividido entre tantas bocas. Lembra da japona de feltro, que dividia com a irmã. Muitas vezes antes de adentrar no portão da casa. Era uma casa pintada com cal. O cal branquinho, cheiroso.... às vezes chegava a imaginar que gosto teria...No assoalho, logo após a escadinha de três degraus havia uma mancha de tinta de tinteiro. Quem teria ali derramado, nunca ousou perguntar, mas muito esfregava aquele chão quando lavava .
Oh, vão empilhar a lenha, pois vai chover, gritava a sua mãe. Lá iam eles, franzinos, de pés descalços a colocar a lenha para dentro do galpão. O sonho da menina magricela era dar uma volta na gaiota ( veículo puxada por animal)que trazia a lenha ou quem sabe ir para longe onde tivesse um bom pão com manteiga e uma xícara de café com leite. O pão era muito escasso na casa dessa gente tão lutadora, mas tão pobrezinha! Então em vez de pão havia muito cuscuz!( comida nordestina)Nitita era o apelido da menina magrinha, esta era uma especialista em fazer o "cuscuz". A farinha de milho deslizava entre os dedos dela , ao mesmo tempo em que ia umedecendo com água , uma pitadinha de sal e outra de açúcar ! Depois como não havia a forma apropriada para fazer a "iguaria", era improvisado com uma tampa de panela e um pano de prato para o cozimento em banho maria. E rapidinho estava tudo pronto. Então Glauco, Omar, Genival,Esses eram os nomes dos irmãos de Nitita, devoravam com a maior alegria o alimento que era acompanhado , na maioria das vezes com café preto, pois o leite era reservado às crianças menores. Havia também uma irmã que se chamava Sheila e o irmão mais moço que se chamava Aragão . Era uma gente pobre, mas muito bonita, muito alegres, muito estudiosos e muito felizes mesmo!
Moravam anteriormente em uma casinha branca, pintadinha a cal pelo seu Dorval que era o chefe da família. Comentava-se que seu Dorval era filho de fazendeiros , gente muito rica, rica mesmo, e que este somente fora trabalhar com quase quarenta anos de idade, depois que seu pai vendeu a propriedade, o gado etc... Seu Dorval era um homem alto, magro com olhos cor de mel, um bigode não muito grande, podia se dizer que era bem apessoado. Seu temperamento era calmo na aparência, muito calado e raramente sorria. Trabalhara para fazendeiros como capataz. Sabia trançar um laço , sabia montar e falavam que fora um excelente domador quando jovem. Mas agora trabalhava como funcionário público no Batalhão Rodoviário que construiu várias estradas, dentre elas BR285, Br290 e iniciou a construção da Estrada Belém- Santarém. A função que desempenhava era como guarda-noturno, na época chamavam a essas pessoas de "vigia", um civil que cuidadava das casas dos oficiais. Isso tudo aconteceu na cidade de Rio das Antas.E eis que ironia do destino, vejam só: a menininha que tinha que buscar de balde a água potável, para a família beber em uma torneiro pública, agora mulher de meia idade, coberta de espuma em uma banheira de hidromassagem! Ela jamais sonhara, jamais pensara que sairia daquela pobreza, mas pobreza material, porque riqueza espiritual sempre 98 muita. Brincando com a espuma muito branca que cobre seu corpo, lembra da infância muito sofrida, lembra da banana, do ovo dividido entre tantas bocas. Lembra da japona de feltro, que dividia com a irmã. Muitas vezes antes de adentrar no portão da casa. Era uma casa pintada com cal. O cal branquinho, cheiroso.... às vezes chegava a imaginar que gosto teria...No assoalho, logo após a escadinha de três degraus havia uma mancha de tinta de tinteiro. Quem teria ali derramado, nunca ousou perguntar, mas muito esfregava aquele chão quando lavava .
Oh, vão empilhar a lenha, pois vai chover, gritava a sua mãe. Lá iam eles, franzinos, de pés descalços a colocar a lenha para dentro do galpão. O sonho da menina magricela era dar uma volta na gaiota ( veículo puxada por animal)que trazia a lenha ou quem sabe ir para longe onde tivesse um bom pão com manteiga e uma xícara de café com leite. O pão era muito escasso na casa dessa gente tão lutadora, mas tão pobrezinha! Então em vez de pão havia muito cuscuz!( comida nordestina)Nitita era o apelido da menina magrinha, esta era uma especialista em fazer o "cuscuz". A farinha de milho deslizava entre os dedos dela , ao mesmo tempo em que ia umedecendo com água , uma pitadinha de sal e outra de açúcar ! Depois como não havia a forma apropriada para fazer a "iguaria", era improvisado com uma tampa de panela e um pano de prato para o cozimento em banho maria. E rapidinho estava tudo pronto. Então Glauco, Omar, Genival,Esses eram os nomes dos irmãos de Nitita, devoravam com a maior alegria o alimento que era acompanhado , na maioria das vezes com café preto, pois o leite era reservado às crianças menores. Havia também uma irmã que se chamava Sheila e o irmão mais moço que se chamava Aragão . Era uma gente pobre, mas muito bonita, muito alegres, muito estudiosos e muito felizes mesmo!
Moravam anteriormente em uma casinha branca, pintadinha a cal pelo seu Dorval que era o chefe da família. Comentava-se que seu Dorval era filho de fazendeiros , gente muito rica, rica mesmo, e que este somente fora trabalhar com quase quarenta anos de idade, depois que seu pai vendeu a propriedade, o gado etc... Seu Dorval era um homem alto, magro com olhos cor de mel, um bigode não muito grande, podia se dizer que era bem apessoado. Seu temperamento era calmo na aparência, muito calado e raramente sorria. Trabalhara para fazendeiros como capataz. Sabia trançar um laço , sabia montar e falavam que fora um excelente domador quando jovem. Mas agora trabalhava como funcionário público no Batalhão Rodoviário que construiu várias estradas, dentre elas BR285, Br290 e iniciou a construção da Estrada Belém- Santarém. A função que desempenhava era como guarda-noturno, na época chamavam a essas pessoas de "vigia", um civil que cuidadava das casas dos oficiais. Isso tudo aconteceu na cidade de Rio das Antas. mas pobreza material, porque riqueza espiritual sempre 98 muita. Brincando com a espuma muito branca que cobre seu corpo, lembra da infância muito sofrida, lembra da banana, do ovo dividido entre tantas bocas. Lembra da japona de feltro, que dividia com a irmã. Muitas vezes antes de adentrar no portão da casa. Era uma casa pintada com cal. O cal branquinho, cheiroso.... às vezes chegava a imaginar que gosto teria...No assoalho, logo após a escadinha de três degraus havia uma mancha de tinta de tinteiro. Quem teria ali derramado, nunca ousou perguntar, mas muito esfregava aquele chão quando lavava .
Oh, vão empilhar a lenha, pois vai chover, gritava a sua mãe. Lá iam eles, franzinos, de pés descalços a colocar a lenha para dentro do galpão. O sonho da menina magricela era dar uma volta na gaiota ( veículo puxada por animal)que trazia a lenha ou quem sabe ir para longe onde tivesse um bom pão com manteiga e uma xícara de café com leite. O pão era muito escasso na casa dessa gente tão lutadora, mas tão pobrezinha! Então em vez de pão havia muito cuscuz!( comida nordestina)Nitita era o apelido da menina magrinha, esta era uma especialista em fazer o "cuscuz". A farinha de milho deslizava entre os dedos dela , ao mesmo tempo em que ia umedecendo com água , uma pitadinha de sal e outra de açúcar ! Depois como não havia a forma apropriada para fazer a "iguaria", era improvisado com uma tampa de panela e um pano de prato para o cozimento em banho maria. E rapidinho estava tudo pronto. Então Glauco, Omar, Genival,Esses eram os nomes dos irmãos de Nitita, devoravam com a maior alegria o alimento que era acompanhado , na maioria das vezes com café preto, pois o leite era reservado às crianças menores. Havia também uma irmã que se chamava Sheila e o irmão mais moço que se chamava Aragão . Era uma gente pobre, mas muito bonita, muito alegres, muito estudiosos e muito felizes mesmo!
Moravam anteriormente em uma casinha branca, pintadinha a cal pelo seu Dorval que era o chefe da família. Comentava-se que seu Dorval era filho de fazendeiros , gente muito rica, rica mesmo, e que este somente fora trabalhar com quase quarenta anos de idade, depois que seu pai vendeu a propriedade, o gado etc... Seu Dorval era um homem alto, magro com olhos cor de mel, um bigode não muito grande, podia se dizer que era bem apessoado. Seu temperamento era calmo na aparência, muito calado e raramente sorria. Trabalhara para fazendeiros como capataz. Sabia trançar um laço , sabia montar e falavam que fora um excelente domador quando jovem. Mas agora trabalhava como funcionário público no Batalhão Rodoviário que construiu várias estradas, dentre elas BR285, Br290 e iniciou a construção da Estrada Belém- Santarém. A função que desempenhava era como guarda-noturno, na época chamavam a essas pessoas de "vigia", um civil que cuidadava das casas dos oficiais. Isso tudo aconteceu na cidade de Rio das Antas.
Oh, vão empilhar a lenha, pois vai chover, gritava a sua mãe. Lá iam eles, franzinos, de pés descalços a colocar a lenha para dentro do galpão. O sonho da menina magricela era dar uma volta na gaiota ( veículo puxada por animal)que trazia a lenha ou quem sabe ir para longe onde tivesse um bom pão com manteiga e uma xícara de café com leite. O pão era muito escasso na casa dessa gente tão lutadora, mas tão pobrezinha! Então em vez de pão havia muito cuscuz!( comida nordestina)Nitita era o apelido da menina magrinha, esta era uma especialista em fazer o "cuscuz". A farinha de milho deslizava entre os dedos dela , ao mesmo tempo em que ia umedecendo com água , uma pitadinha de sal e outra de açúcar ! Depois como não havia a forma apropriada para fazer a "iguaria", era improvisado com uma tampa de panela e um pano de prato para o cozimento em banho maria. E rapidinho estava tudo pronto. Então Glauco, Omar, Genival,Esses eram os nomes dos irmãos de Nitita, devoravam com a maior alegria o alimento que era acompanhado , na maioria das vezes com café preto, pois o leite era reservado às crianças menores. Havia também uma irmã que se chamava Sheila e o irmão mais moço que se chamava Aragão . Era uma gente pobre, mas muito bonita, muito alegres, muito estudiosos e muito felizes mesmo!
Moravam anteriormente em uma casinha branca, pintadinha a cal pelo seu Dorval que era o chefe da família. Comentava-se que seu Dorval era filho de fazendeiros , gente muito rica, rica mesmo, e que este somente fora trabalhar com quase quarenta anos de idade, depois que seu pai vendeu a propriedade, o gado etc... Seu Dorval era um homem alto, magro com olhos cor de mel, um bigode não muito grande, podia se dizer que era bem apessoado. Seu temperamento era calmo na aparência, muito calado e raramente sorria. Trabalhara para fazendeiros como capataz. Sabia trançar um laço , sabia montar e falavam que fora um excelente domador quando jovem. Mas agora trabalhava como funcionário público no Batalhão Rodoviário que construiu várias estradas, dentre elas BR285, Br290 e iniciou a construção da Estrada Belém- Santarém. A função que desempenhava era como guarda-noturno, na época chamavam a essas pessoas de "vigia", um civil que cuidadava das casas dos oficiais. Isso tudo aconteceu na cidade de Rio das Antas.E eis que ironia do destino, vejam só: a menininha que tinha que buscar de balde a água potável, para a família beber em uma torneiro pública, agora mulher de meia idade, coberta de espuma em uma banheira de hidromassagem! Ela jamais sonhara, jamais pensara que sairia daquela pobreza, mas pobreza material, porque riqueza espiritual sempre 98 muita. Brincando com a espuma muito branca que cobre seu corpo, lembra da infância muito sofrida, lembra da banana, do ovo dividido entre tantas bocas. Lembra da japona de feltro, que dividia com a irmã. Muitas vezes antes de adentrar no portão da casa. Era uma casa pintada com cal. O cal branquinho, cheiroso.... às vezes chegava a imaginar que gosto teria...No assoalho, logo após a escadinha de três degraus havia uma mancha de tinta de tinteiro. Quem teria ali derramado, nunca ousou perguntar, mas muito esfregava aquele chão quando lavava .
Oh, vão empilhar a lenha, pois vai chover, gritava a sua mãe. Lá iam eles, franzinos, de pés descalços a colocar a lenha para dentro do galpão. O sonho da menina magricela era dar uma volta na gaiota ( veículo puxada por animal)que trazia a lenha ou quem sabe ir para longe onde tivesse um bom pão com manteiga e uma xícara de café com leite. O pão era muito escasso na casa dessa gente tão lutadora, mas tão pobrezinha! Então em vez de pão havia muito cuscuz!( comida nordestina)Nitita era o apelido da menina magrinha, esta era uma especialista em fazer o "cuscuz". A farinha de milho deslizava entre os dedos dela , ao mesmo tempo em que ia umedecendo com água , uma pitadinha de sal e outra de açúcar ! Depois como não havia a forma apropriada para fazer a "iguaria", era improvisado com uma tampa de panela e um pano de prato para o cozimento em banho maria. E rapidinho estava tudo pronto. Então Glauco, Omar, Genival,Esses eram os nomes dos irmãos de Nitita, devoravam com a maior alegria o alimento que era acompanhado , na maioria das vezes com café preto, pois o leite era reservado às crianças menores. Havia também uma irmã que se chamava Sheila e o irmão mais moço que se chamava Aragão . Era uma gente pobre, mas muito bonita, muito alegres, muito estudiosos e muito felizes mesmo!
Moravam anteriormente em uma casinha branca, pintadinha a cal pelo seu Dorval que era o chefe da família. Comentava-se que seu Dorval era filho de fazendeiros , gente muito rica, rica mesmo, e que este somente fora trabalhar com quase quarenta anos de idade, depois que seu pai vendeu a propriedade, o gado etc... Seu Dorval era um homem alto, magro com olhos cor de mel, um bigode não muito grande, podia se dizer que era bem apessoado. Seu temperamento era calmo na aparência, muito calado e raramente sorria. Trabalhara para fazendeiros como capataz. Sabia trançar um laço , sabia montar e falavam que fora um excelente domador quando jovem. Mas agora trabalhava como funcionário público no Batalhão Rodoviário que construiu várias estradas, dentre elas BR285, Br290 e iniciou a construção da Estrada Belém- Santarém. A função que desempenhava era como guarda-noturno, na época chamavam a essas pessoas de "vigia", um civil que cuidadava das casas dos oficiais. Isso tudo aconteceu na cidade de Rio das Antas.E eis que ironia do destino, vejam só: a menininha que tinha que buscar de balde a água potável, para a família beber em uma torneiro pública, agora mulher de meia idade, coberta de espuma em uma banheira de hidromassagem! Ela jamais sonhara, jamais pensara que sairia daquela pobreza, mas pobreza material, porque riqueza espiritual sempre 98 muita. Brincando com a espuma muito branca que cobre seu corpo, lembra da infância muito sofrida, lembra da banana, do ovo dividido entre tantas bocas. Lembra da japona de feltro, que dividia com a irmã. Muitas vezes antes de adentrar no portão da casa. Era uma casa pintada com cal. O cal branquinho, cheiroso.... às vezes chegava a imaginar que gosto teria...No assoalho, logo após a escadinha de três degraus havia uma mancha de tinta de tinteiro. Quem teria ali derramado, nunca ousou perguntar, mas muito esfregava aquele chão quando lavava .
Oh, vão empilhar a lenha, pois vai chover, gritava a sua mãe. Lá iam eles, franzinos, de pés descalços a colocar a lenha para dentro do galpão. O sonho da menina magricela era dar uma volta na gaiota ( veículo puxada por animal)que trazia a lenha ou quem sabe ir para longe onde tivesse um bom pão com manteiga e uma xícara de café com leite. O pão era muito escasso na casa dessa gente tão lutadora, mas tão pobrezinha! Então em vez de pão havia muito cuscuz!( comida nordestina)Nitita era o apelido da menina magrinha, esta era uma especialista em fazer o "cuscuz". A farinha de milho deslizava entre os dedos dela , ao mesmo tempo em que ia umedecendo com água , uma pitadinha de sal e outra de açúcar ! Depois como não havia a forma apropriada para fazer a "iguaria", era improvisado com uma tampa de panela e um pano de prato para o cozimento em banho maria. E rapidinho estava tudo pronto. Então Glauco, Omar, Genival,Esses eram os nomes dos irmãos de Nitita, devoravam com a maior alegria o alimento que era acompanhado , na maioria das vezes com café preto, pois o leite era reservado às crianças menores. Havia também uma irmã que se chamava Sheila e o irmão mais moço que se chamava Aragão . Era uma gente pobre, mas muito bonita, muito alegres, muito estudiosos e muito felizes mesmo!
Moravam anteriormente em uma casinha branca, pintadinha a cal pelo seu Dorval que era o chefe da família. Comentava-se que seu Dorval era filho de fazendeiros , gente muito rica, rica mesmo, e que este somente fora trabalhar com quase quarenta anos de idade, depois que seu pai vendeu a propriedade, o gado etc... Seu Dorval era um homem alto, magro com olhos cor de mel, um bigode não muito grande, podia se dizer que era bem apessoado. Seu temperamento era calmo na aparência, muito calado e raramente sorria. Trabalhara para fazendeiros como capataz. Sabia trançar um laço , sabia montar e falavam que fora um excelente domador quando jovem. Mas agora trabalhava como funcionário público no Batalhão Rodoviário que construiu várias estradas, dentre elas BR285, Br290 e iniciou a construção da Estrada Belém- Santarém. A função que desempenhava era como guarda-noturno, na época chamavam a essas pessoas de "vigia", um civil que cuidadava das casas dos oficiais. Isso tudo aconteceu na cidade de Rio das Antas. mas pobreza material, porque riqueza espiritual sempre 98 muita. Brincando com a espuma muito branca que cobre seu corpo, lembra da infância muito sofrida, lembra da banana, do ovo dividido entre tantas bocas. Lembra da japona de feltro, que dividia com a irmã. Muitas vezes antes de adentrar no portão da casa. Era uma casa pintada com cal. O cal branquinho, cheiroso.... às vezes chegava a imaginar que gosto teria...No assoalho, logo após a escadinha de três degraus havia uma mancha de tinta de tinteiro. Quem teria ali derramado, nunca ousou perguntar, mas muito esfregava aquele chão quando lavava .
Oh, vão empilhar a lenha, pois vai chover, gritava a sua mãe. Lá iam eles, franzinos, de pés descalços a colocar a lenha para dentro do galpão. O sonho da menina magricela era dar uma volta na gaiota ( veículo puxada por animal)que trazia a lenha ou quem sabe ir para longe onde tivesse um bom pão com manteiga e uma xícara de café com leite. O pão era muito escasso na casa dessa gente tão lutadora, mas tão pobrezinha! Então em vez de pão havia muito cuscuz!( comida nordestina)Nitita era o apelido da menina magrinha, esta era uma especialista em fazer o "cuscuz". A farinha de milho deslizava entre os dedos dela , ao mesmo tempo em que ia umedecendo com água , uma pitadinha de sal e outra de açúcar ! Depois como não havia a forma apropriada para fazer a "iguaria", era improvisado com uma tampa de panela e um pano de prato para o cozimento em banho maria. E rapidinho estava tudo pronto. Então Glauco, Omar, Genival,Esses eram os nomes dos irmãos de Nitita, devoravam com a maior alegria o alimento que era acompanhado , na maioria das vezes com café preto, pois o leite era reservado às crianças menores. Havia também uma irmã que se chamava Sheila e o irmão mais moço que se chamava Aragão . Era uma gente pobre, mas muito bonita, muito alegres, muito estudiosos e muito felizes mesmo!
Moravam anteriormente em uma casinha branca, pintadinha a cal pelo seu Dorval que era o chefe da família. Comentava-se que seu Dorval era filho de fazendeiros , gente muito rica, rica mesmo, e que este somente fora trabalhar com quase quarenta anos de idade, depois que seu pai vendeu a propriedade, o gado etc... Seu Dorval era um homem alto, magro com olhos cor de mel, um bigode não muito grande, podia se dizer que era bem apessoado. Seu temperamento era calmo na aparência, muito calado e raramente sorria. Trabalhara para fazendeiros como capataz. Sabia trançar um laço , sabia montar e falavam que fora um excelente domador quando jovem. Mas agora trabalhava como funcionário público no Batalhão Rodoviário que construiu várias estradas, dentre elas BR285, Br290 e iniciou a construção da Estrada Belém- Santarém. A função que desempenhava era como guarda-noturno, na época chamavam a essas pessoas de "vigia", um civil que cuidadava das casas dos oficiais. Isso tudo aconteceu na cidade de Rio das Antas.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Que venha 2012
Para começar gosto de anos pares e este ainda é especial porque teremos o mês de fevereiro com 29 dias. Um dia a mais para os praianos aproveitarem, agora quem não estiver numa situação de férias um dia a mais para trabalhar! E quem disse que viemos aqui a passeio? Se alguém me responder de onde viemos e para onde vamos e for convicente eu paro de questionar. Não vale falar besteira. Aquela teoria evolucionista do Darwin tenta explicar, mas chega em um ponto que empaca. é que nem aquela pergunta quem é que veio primeiro o ovo ou a galinha? A estorinha do bigbang também parece que vai dar a solução, mas chega num ponto que não explica de onde veio a explosão. Podem me achar careta, carola não, porque não frequento igreja nenhuma , mas fico com a que nos foi passada pelos meus pais: tudo se originou pela mão divina, criou o ambiente, depois criou os animais, finalmente o homem e a mulher.Só discordo daquela estória que a mulher veio da costela do Adão, para mim, foram simultaneamente criados. Desviei do assunto, isso acontece. Voltamos para o vindouro 2012, que se renovem as esperanças, de um mundo sem fome, sem guerras, sem catástrofes. Tem que ter esperança caso contrário torna-se insuportável viver! FELIZ 2012. começar gosto de anos pares e este ainda é especial porque teremos o mês de fevereiro com 29 dias. Um dia a mais para os praianos aproveitarem, agora quem não estiver numa situação de férias um dia a mais para trabalhar! E quem disse que viemos aqui a passeio? Se alguém me responder de onde viemos e para onde vamos e for convicente eu paro de questionar. Não vale falar besteira. Aquela teoria evolucionista do Darwin tenta explicar, mas chega em um ponto que empaca. é que nem aquela pergunta quem é que veio primeiro o ovo ou a galinha? A estorinha do bigbang também parece que vai dar a solução, mas chega num ponto que não explica de onde veio a explosão. Podem me achar careta, carola não, porque não frequento igreja nenhuma , mas fico com a que nos foi passada pelos meus pais: tudo se originou pela mão divina, criou o ambiente, depois criou os animais, finalmente o homem e a mulher.Só discordo daquela estória que a mulher veio da costela do Adão, para mim, foram simultaneamente criados. Desviei do assunto, isso acontece. Voltamos para o vindouro 2012, que se renovem as esperanças, de um mundo sem fome, sem guerras, sem catástrofes. Tem que ter esperança caso contrário torna-se insuportável viver! FELIZ 2012.
domingo, 18 de dezembro de 2011
O Passeio do Barcelona
Já era sabido que o Barcelona é um elefante branco. É timão. Criado em 1899. Tem quase trezentos mil sócios, que com certeza pagam suas mensalidades sem atrasos. É uma equipe formada Há três anos, em que o técnico requisitou os melhores do mundo aliados aos antigos, que já jogavam um bolão. Então fez jus à vitória. Deu para ver a sincronia deles, inclusive a velocidade, rapidez de racíocínio e pasmem o Daniel Silva que pela Seleção Brasileira não se destaca jogou muiito, e por que, lógico o time entrosado como uma boa orquestra. Comparando com uma orquestra, de nada adianta que o maestro seja excelente, três membros muito bons, não funciona, o que vai haver é desafinação. Com o futebol ocorre a mesma coisa, não adianta ter alguns bons jogadores. Continuo achando Neymar um show, só que hão de convir os leitores o velho jargão " uma andorinha só não faz verão". Que fique a lição para a seleção brasileira. Que vergonha! éramos considerados os mais mais no futebol, e agora? Dois mil e quatorze está aí, estão gastando o que têm e o que não têm, com certeza dinheiro gerado pelo arrocho salarial dos servidores federais, desleixo na saúde pública, educação e segurança. . Estádios de Futebol estão sendo construídos em locais sem tradição de futebol, para abrigar talvez uma partida. E mais ainda, agora estão rifando os aeroportos, no momento que as viagens aéreas ficaram acessíveis a todos os brasileiros. O sonho vai durar pouco, privatizado esperem, só a elite viajará de avião. Um preço alto que refletirá no Brasil do futuro, vocês verão!
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Fé nos meninos da Vila (Santos X Barcelona) domingo 8:30 min.
Domingo às oito e meia o time do Santos ( Meninos da Vila) enfrentarão o time do Barcelona. Sou Gremista e Santista, mas a coisa fica complicada quando há enfrentamento dos dois times. Muitos falam mal do Neymar, que é um " jogador que se acha etc... etc.... Ao contrários destes, gosto de ver aqueles pezinhos do moleque magrela escondendo a bola dos adversários grandões, ele nem precisa fazer gol, driblando e mandando a bola para outro jogador fazer gol, já é fantástico. Acho o garoto uma simpatia, o tipo de guri que é a cara do Brasil, tem talento, ginga sem ter a maldade inerente aos jogadores, que se dizem os melhores e aos países de primeiro mundo que destruíram suas florestas e agora colocam o olho grande na nossa.
Algúem já viu o Neymar dando carrinho em alguém, nem em pensamento. Joga toda a partida, apanha um monte sem perder a graça. E aquele gol de bicicleta, aquele foi demais. Dizem que mulher são sabe nada de futebol. Ora, não é bem asssim. Até domingo, para ver o espetáculo.
Algúem já viu o Neymar dando carrinho em alguém, nem em pensamento. Joga toda a partida, apanha um monte sem perder a graça. E aquele gol de bicicleta, aquele foi demais. Dizem que mulher são sabe nada de futebol. Ora, não é bem asssim. Até domingo, para ver o espetáculo.
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