quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Superação de uma família

E eis que ironia do destino, vejam só: a menininha que tinha que buscar de balde a água potável, para a família beber em uma torneiro pública,  agora mulher de meia idade, coberta de espuma em uma banheira de hidromassagem! Ela jamais sonhara, jamais pensara que sairia daquela pobrezaE eis que ironia do destino, vejam só: a menininha que tinha que buscar de balde a água potável, para a família beber em uma torneiro pública,  agora mulher de meia idade, coberta de espuma em uma banheira de hidromassagem! Ela jamais sonhara, jamais pensara que sairia daquela pobreza, mas pobreza material, porque riqueza espiritual sempre 98 muita. Brincando com a espuma muito branca que cobre seu corpo, lembra da infância muito sofrida, lembra da banana, do ovo dividido entre tantas bocas. Lembra da japona de feltro, que dividia com a irmã. Muitas vezes antes de adentrar no portão da casa. Era uma casa pintada com cal. O cal branquinho, cheiroso.... às vezes chegava a imaginar que gosto teria...No assoalho, logo após a escadinha de três degraus havia uma mancha de tinta de tinteiro. Quem teria ali derramado, nunca ousou perguntar, mas muito esfregava aquele chão quando lavava .
Oh, vão empilhar a lenha, pois vai chover, gritava a sua mãe. Lá iam eles, franzinos, de pés descalços a colocar a lenha para dentro do galpão. O sonho da menina magricela era dar uma volta na gaiota ( veículo puxada por animal)que trazia a lenha ou quem sabe ir para longe onde tivesse um bom pão com manteiga e uma xícara de café com leite. O pão era muito escasso na casa dessa gente tão lutadora, mas tão pobrezinha! Então em vez de pão havia muito cuscuz!( comida nordestina)Nitita era o apelido da menina magrinha, esta era uma especialista em fazer o "cuscuz". A farinha de milho deslizava entre os dedos dela , ao mesmo tempo em que ia umedecendo com água , uma pitadinha de sal e outra de açúcar ! Depois como não havia a forma apropriada para fazer a "iguaria", era improvisado com uma tampa de panela e um pano de prato para o cozimento em banho maria. E rapidinho estava tudo pronto. Então Glauco, Omar, Genival,Esses eram os nomes dos irmãos de Nitita, devoravam com a maior alegria o alimento que era acompanhado , na maioria das vezes com café preto, pois o leite era reservado às crianças menores. Havia também uma irmã que se chamava Sheila e o irmão mais moço que se chamava Aragão . Era uma gente pobre, mas muito bonita, muito alegres, muito estudiosos e muito felizes mesmo! 
Moravam anteriormente em uma casinha branca, pintadinha a cal pelo seu Dorval que era o chefe da família. Comentava-se que seu Dorval era filho de fazendeiros , gente muito rica, rica mesmo, e que este somente fora trabalhar com quase quarenta anos de idade, depois que seu pai vendeu a propriedade, o gado etc... Seu Dorval era um homem alto, magro com olhos cor de mel, um bigode não muito grande, podia se dizer que era bem apessoado. Seu temperamento era calmo na aparência, muito calado e raramente sorria. Trabalhara para fazendeiros como capataz. Sabia trançar um laço , sabia montar e falavam que fora um excelente domador quando jovem. Mas agora trabalhava como funcionário público no Batalhão Rodoviário que construiu várias estradas, dentre elas BR285, Br290 e iniciou a construção da Estrada Belém- Santarém. A função que desempenhava era como guarda-noturno, na época chamavam a essas pessoas de "vigia", um civil que cuidadava das casas dos oficiais. Isso tudo aconteceu na cidade de Rio das Antas.E eis que ironia do destino, vejam só: a menininha que tinha que buscar de balde a água potável, para a família beber em uma torneiro pública,  agora mulher de meia idade, coberta de espuma em uma banheira de hidromassagem! Ela jamais sonhara, jamais pensara que sairia daquela pobreza, mas pobreza material, porque riqueza espiritual sempre 98 muita. Brincando com a espuma muito branca que cobre seu corpo, lembra da infância muito sofrida, lembra da banana, do ovo dividido entre tantas bocas. Lembra da japona de feltro, que dividia com a irmã. Muitas vezes antes de adentrar no portão da casa. Era uma casa pintada com cal. O cal branquinho, cheiroso.... às vezes chegava a imaginar que gosto teria...No assoalho, logo após a escadinha de três degraus havia uma mancha de tinta de tinteiro. Quem teria ali derramado, nunca ousou perguntar, mas muito esfregava aquele chão quando lavava .
Oh, vão empilhar a lenha, pois vai chover, gritava a sua mãe. Lá iam eles, franzinos, de pés descalços a colocar a lenha para dentro do galpão. O sonho da menina magricela era dar uma volta na gaiota ( veículo puxada por animal)que trazia a lenha ou quem sabe ir para longe onde tivesse um bom pão com manteiga e uma xícara de café com leite. O pão era muito escasso na casa dessa gente tão lutadora, mas tão pobrezinha! Então em vez de pão havia muito cuscuz!( comida nordestina)Nitita era o apelido da menina magrinha, esta era uma especialista em fazer o "cuscuz". A farinha de milho deslizava entre os dedos dela , ao mesmo tempo em que ia umedecendo com água , uma pitadinha de sal e outra de açúcar ! Depois como não havia a forma apropriada para fazer a "iguaria", era improvisado com uma tampa de panela e um pano de prato para o cozimento em banho maria. E rapidinho estava tudo pronto. Então Glauco, Omar, Genival,Esses eram os nomes dos irmãos de Nitita, devoravam com a maior alegria o alimento que era acompanhado , na maioria das vezes com café preto, pois o leite era reservado às crianças menores. Havia também uma irmã que se chamava Sheila e o irmão mais moço que se chamava Aragão . Era uma gente pobre, mas muito bonita, muito alegres, muito estudiosos e muito felizes mesmo! 
Moravam anteriormente em uma casinha branca, pintadinha a cal pelo seu Dorval que era o chefe da família. Comentava-se que seu Dorval era filho de fazendeiros , gente muito rica, rica mesmo, e que este somente fora trabalhar com quase quarenta anos de idade, depois que seu pai vendeu a propriedade, o gado etc... Seu Dorval era um homem alto, magro com olhos cor de mel, um bigode não muito grande, podia se dizer que era bem apessoado. Seu temperamento era calmo na aparência, muito calado e raramente sorria. Trabalhara para fazendeiros como capataz. Sabia trançar um laço , sabia montar e falavam que fora um excelente domador quando jovem. Mas agora trabalhava como funcionário público no Batalhão Rodoviário que construiu várias estradas, dentre elas BR285, Br290 e iniciou a construção da Estrada Belém- Santarém. A função que desempenhava era como guarda-noturno, na época chamavam a essas pessoas de "vigia", um civil que cuidadava das casas dos oficiais. Isso tudo aconteceu na cidade de Rio das Antas.E eis que ironia do destino, vejam só: a menininha que tinha que buscar de balde a água potável, para a família beber em uma torneiro pública,  agora mulher de meia idade, coberta de espuma em uma banheira de hidromassagem! Ela jamais sonhara, jamais pensara que sairia daquela pobreza, mas pobreza material, porque riqueza espiritual sempre 98 muita. Brincando com a espuma muito branca que cobre seu corpo, lembra da infância muito sofrida, lembra da banana, do ovo dividido entre tantas bocas. Lembra da japona de feltro, que dividia com a irmã. Muitas vezes antes de adentrar no portão da casa. Era uma casa pintada com cal. O cal branquinho, cheiroso.... às vezes chegava a imaginar que gosto teria...No assoalho, logo após a escadinha de três degraus havia uma mancha de tinta de tinteiro. Quem teria ali derramado, nunca ousou perguntar, mas muito esfregava aquele chão quando lavava .
Oh, vão empilhar a lenha, pois vai chover, gritava a sua mãe. Lá iam eles, franzinos, de pés descalços a colocar a lenha para dentro do galpão. O sonho da menina magricela era dar uma volta na gaiota ( veículo puxada por animal)que trazia a lenha ou quem sabe ir para longe onde tivesse um bom pão com manteiga e uma xícara de café com leite. O pão era muito escasso na casa dessa gente tão lutadora, mas tão pobrezinha! Então em vez de pão havia muito cuscuz!( comida nordestina)Nitita era o apelido da menina magrinha, esta era uma especialista em fazer o "cuscuz". A farinha de milho deslizava entre os dedos dela , ao mesmo tempo em que ia umedecendo com água , uma pitadinha de sal e outra de açúcar ! Depois como não havia a forma apropriada para fazer a "iguaria", era improvisado com uma tampa de panela e um pano de prato para o cozimento em banho maria. E rapidinho estava tudo pronto. Então Glauco, Omar, Genival,Esses eram os nomes dos irmãos de Nitita, devoravam com a maior alegria o alimento que era acompanhado , na maioria das vezes com café preto, pois o leite era reservado às crianças menores. Havia também uma irmã que se chamava Sheila e o irmão mais moço que se chamava Aragão . Era uma gente pobre, mas muito bonita, muito alegres, muito estudiosos e muito felizes mesmo! 
Moravam anteriormente em uma casinha branca, pintadinha a cal pelo seu Dorval que era o chefe da família. Comentava-se que seu Dorval era filho de fazendeiros , gente muito rica, rica mesmo, e que este somente fora trabalhar com quase quarenta anos de idade, depois que seu pai vendeu a propriedade, o gado etc... Seu Dorval era um homem alto, magro com olhos cor de mel, um bigode não muito grande, podia se dizer que era bem apessoado. Seu temperamento era calmo na aparência, muito calado e raramente sorria. Trabalhara para fazendeiros como capataz. Sabia trançar um laço , sabia montar e falavam que fora um excelente domador quando jovem. Mas agora trabalhava como funcionário público no Batalhão Rodoviário que construiu várias estradas, dentre elas BR285, Br290 e iniciou a construção da Estrada Belém- Santarém. A função que desempenhava era como guarda-noturno, na época chamavam a essas pessoas de "vigia", um civil que cuidadava das casas dos oficiais. Isso tudo aconteceu na cidade de Rio das Antas. mas pobreza material, porque riqueza espiritual sempre 98 muita. Brincando com a espuma muito branca que cobre seu corpo, lembra da infância muito sofrida, lembra da banana, do ovo dividido entre tantas bocas. Lembra da japona de feltro, que dividia com a irmã. Muitas vezes antes de adentrar no portão da casa. Era uma casa pintada com cal. O cal branquinho, cheiroso.... às vezes chegava a imaginar que gosto teria...No assoalho, logo após a escadinha de três degraus havia uma mancha de tinta de tinteiro. Quem teria ali derramado, nunca ousou perguntar, mas muito esfregava aquele chão quando lavava .
Oh, vão empilhar a lenha, pois vai chover, gritava a sua mãe. Lá iam eles, franzinos, de pés descalços a colocar a lenha para dentro do galpão. O sonho da menina magricela era dar uma volta na gaiota ( veículo puxada por animal)que trazia a lenha ou quem sabe ir para longe onde tivesse um bom pão com manteiga e uma xícara de café com leite. O pão era muito escasso na casa dessa gente tão lutadora, mas tão pobrezinha! Então em vez de pão havia muito cuscuz!( comida nordestina)Nitita era o apelido da menina magrinha, esta era uma especialista em fazer o "cuscuz". A farinha de milho deslizava entre os dedos dela , ao mesmo tempo em que ia umedecendo com água , uma pitadinha de sal e outra de açúcar ! Depois como não havia a forma apropriada para fazer a "iguaria", era improvisado com uma tampa de panela e um pano de prato para o cozimento em banho maria. E rapidinho estava tudo pronto. Então Glauco, Omar, Genival,Esses eram os nomes dos irmãos de Nitita, devoravam com a maior alegria o alimento que era acompanhado , na maioria das vezes com café preto, pois o leite era reservado às crianças menores. Havia também uma irmã que se chamava Sheila e o irmão mais moço que se chamava Aragão . Era uma gente pobre, mas muito bonita, muito alegres, muito estudiosos e muito felizes mesmo! 
Moravam anteriormente em uma casinha branca, pintadinha a cal pelo seu Dorval que era o chefe da família. Comentava-se que seu Dorval era filho de fazendeiros , gente muito rica, rica mesmo, e que este somente fora trabalhar com quase quarenta anos de idade, depois que seu pai vendeu a propriedade, o gado etc... Seu Dorval era um homem alto, magro com olhos cor de mel, um bigode não muito grande, podia se dizer que era bem apessoado. Seu temperamento era calmo na aparência, muito calado e raramente sorria. Trabalhara para fazendeiros como capataz. Sabia trançar um laço , sabia montar e falavam que fora um excelente domador quando jovem. Mas agora trabalhava como funcionário público no Batalhão Rodoviário que construiu várias estradas, dentre elas BR285, Br290 e iniciou a construção da Estrada Belém- Santarém. A função que desempenhava era como guarda-noturno, na época chamavam a essas pessoas de "vigia", um civil que cuidadava das casas dos oficiais. Isso tudo aconteceu na cidade de Rio das Antas.

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