Raças de cães perigosos
Em Capão da Canoa ontem uma criança foi atacada por um cão de raça mista, imaginem cruzamento de pit bull com rottweiler. Vocês já devem ter conhecimento pela mídia. Escrevo porque gostaria de saber a razão dessas pessoas terem um cão tão perigoso, que muitas vezes mata seu própio dono. A tarefa de guardar a casa é uma resposta que não me satisfaz.
Segundo a wikipédia a história da Raça Pit Bull é a seguinte: A origem da raça remonta ao século XIX. Por voltas de 1835 o parlamento inglês proibiu o esporte que consistia em cães bulldogs atacarem touros com a intenção de amaciar-lhes as carnes. Na verdade eram como as touradas, espetáculos para os nobres e sudítos se divertirem . O pitt Bull resultou do cruzamento da raça bull dog com a do Terries com intuito de criar cachorros para brigas.Essa raça possui uma força descomunal. além da alta bravura, também aguenta dores insuportáveis para outras raças quando são mordidos por outros cães. Não tem beleza, tem um temperamento muito agressivo.Atualmente sua criação é autorizada na Inglaterra somente com aprovação da justiça. Nos Estados Unidos as leis de vários estados proibiram essa raça de câes.
O mais inusitado é que no Brasil não há legislação com relação a criação de pit bull.
A mistura de raças pit bull com rottweiler dá origem a um cão de força maior , até chegam a usar anabolizantes para isso, o temperamento do cão é agressivo aos extremos. Muitas vezes atacam seus próprios donos.
Hoje dia 21 de fevereiro vi uma notícia que o pit bul se soltou da corrente e invadiu a casa dos moradores, deixando os mesmos fora de casa por 05 dias. Os próprios bombeiros tiveram dificuldades de retirar o animal. Pasmem, os donos colocaram duas correntes e o deixaram no patio que com apenas três anos já é uma fera. Esses donos não sabem e são incautos ao permanecerem com ele. Colocam em risco suas vidas e as de outras pessoas.Gosto muito de cachorros, desde que sejam adestrados como pastor alemão, dog alemão, dálmata, labrador e dos vira-latas também. Tenho um cão pastor alemão e três vira-latas. Gosto bastante deles. Óbvio que o Pastor Alemão é o mais inteligente, mas os outros alegram a chácara com suas brincadeiras. Bem o assunto é outro raças perigosas de cães. Até mais.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Verão na cidade de Porto Alegre
Sabe que passar o verão em Porto não é tão ruim como pensam os praianos de carterinha. Quando mais jovem, jamais admiti passar o verão aqui. Dava um jeito, se agrupava com amigos ou colegas e ia acampar em Santa Catarina. Ao Norte de Florianópolis ficam as praias de águas mais quentes.Bombinhas era a praia preferida por nós na época . pois as praias de floripa e mesmo Cambulrú ficavam cheia de argentinos. E no Carnaval então íamos para a Laguna que era uma festa de carnaval parecida com as do Rio de Janeiro, Recife, etc... Festa na rua mesmo.
Hoje nem hotel 05 estrelas em praia me atraem. O tempo passa e a gente fica menos afoita. Não se satisfaz com qualquer coisa. Ficar em Porto, passear. As ruas sem movimento quase como nas de cidade do interior. Não há correria.Assistir um bom filme em um shopping. Sentar em um bar e tomar um suco de abacaxi ou uma água mineral com bolinhas. Entrar em uma livraria e ficar lendo as orelhas dos livros Tomar sorvete de creme de baunilha. Olhar uma vitrine com sandálias coloridas, lindas, moderninhas. De repente avistar uma pessoa conhecida dar um aceno a ela. Olhar a beleza das árvores, flores e quando cansar do calor abrigar-se sob uma árvore e se perguntar quem plantou. Muitas vezes nem foi pela mão do homem, mas pela sabedoria divina que faz com que o cocô dos pássaros espalhem sementes e façam com que nascam belas árvores. Ler um bom livro outra sujestão , até que os olhos não aguentem mais e se dê uma cochiladinha. Um banho de banheira, escutando um som que se goste. se não te conveci, não faz mal cada um escolhe onde quer passar o verão. Fico aqui por opção.
Verão na cidade de Porto Alegre
Sabe que passar o verão em Porto não é tão ruim como pensam os praianos de carterinha. Quando mais jovem, jamais admiti passar o verão aqui. Dava um jeito, se agrupava com amigos ou colegas e ia acampar em Santa Catarina. Ao Norte de Florianópolis ficam as praias de águas mais quentes.Bombinhas era a praia preferida por nós na época . pois as praias de floripa e mesmo Cambulrú ficavam cheia de argentinos. E no Carnaval então íamos para a Laguna que era uma festa de carnaval parecida com as do Rio de Janeiro, Recife, etc... Festa na rua mesmo.
Hoje nem hotel 05 estrelas em praia me atraem. O tempo passa e a gente fica menos afoita. Não se satisfaz com qualquer coisa. Ficar em Porto, passear. As ruas sem movimento quase como nas de cidade do interior. Não há correria.Assistir um bom filme em um shopping. Sentar em um bar e tomar um suco de abacaxi ou uma água mineral com bolinhas. Entrar em uma livraria e ficar lendo as orelhas dos livros Tomar sorvete de creme de baunilha. Olhar uma vitrine com sandálias coloridas, lindas, moderninhas. De repente avistar uma pessoa conhecida dar um aceno a ela. Olhar a beleza das árvores, flores e quando cansar do calor abrigar-se sob uma árvore e se perguntar quem plantou. Muitas vezes nem foi pela mão do homem, mas pela sabedoria divina que faz com que o cocô dos pássaros espalhem sementes e façam com que nascam belas árvores. Ler um bom livro outra sujestão , até que os olhos não aguentem mais e se dê uma cochiladinha. Um banho de banheira, escutando um som que se goste. se não te conveci, não faz mal cada um escolhe onde quer passar o verão. Fico aqui por opção.
Sabe que passar o verão em Porto não é tão ruim como pensam os praianos de carterinha. Quando mais jovem, jamais admiti passar o verão aqui. Dava um jeito, se agrupava com amigos ou colegas e ia acampar em Santa Catarina. Ao Norte de Florianópolis ficam as praias de águas mais quentes.Bombinhas era a praia preferida por nós na época . pois as praias de floripa e mesmo Cambulrú ficavam cheia de argentinos. E no Carnaval então íamos para a Laguna que era uma festa de carnaval parecida com as do Rio de Janeiro, Recife, etc... Festa na rua mesmo.
Hoje nem hotel 05 estrelas em praia me atraem. O tempo passa e a gente fica menos afoita. Não se satisfaz com qualquer coisa. Ficar em Porto, passear. As ruas sem movimento quase como nas de cidade do interior. Não há correria.Assistir um bom filme em um shopping. Sentar em um bar e tomar um suco de abacaxi ou uma água mineral com bolinhas. Entrar em uma livraria e ficar lendo as orelhas dos livros Tomar sorvete de creme de baunilha. Olhar uma vitrine com sandálias coloridas, lindas, moderninhas. De repente avistar uma pessoa conhecida dar um aceno a ela. Olhar a beleza das árvores, flores e quando cansar do calor abrigar-se sob uma árvore e se perguntar quem plantou. Muitas vezes nem foi pela mão do homem, mas pela sabedoria divina que faz com que o cocô dos pássaros espalhem sementes e façam com que nascam belas árvores. Ler um bom livro outra sujestão , até que os olhos não aguentem mais e se dê uma cochiladinha. Um banho de banheira, escutando um som que se goste. se não te conveci, não faz mal cada um escolhe onde quer passar o verão. Fico aqui por opção.
Verão na cidade de Porto Alegre
Sabe que passar o verão em Porto não é tão ruim como pensam os praianos de carterinha. Quando mais jovem, jamais admiti passar o verão aqui. Dava um jeito, se agrupava com amigos ou colegas e ia acampar em Santa Catarina. Ao Norte de Florianópolis ficam as praias de águas mais quentes.Bombinhas era a praia preferida por nós na época . pois as praias de floripa e mesmo Cambulrú ficavam cheia de argentinos. E no Carnaval então íamos para a Laguna que era uma festa de carnaval parecida com as do Rio de Janeiro, Recife, etc... Festa na rua mesmo.
Hoje nem hotel 05 estrelas em praia me atraem. O tempo passa e a gente fica menos afoita. Não se satisfaz com qualquer coisa. Ficar em Porto, passear. As ruas sem movimento quase como nas de cidade do interior. Não há correria.Assistir um bom filme em um shopping. Sentar em um bar e tomar um suco de abacaxi ou uma água mineral com bolinhas. Entrar em uma livraria e ficar lendo as orelhas dos livros Tomar sorvete de creme de baunilha. Olhar uma vitrine com sandálias coloridas, lindas, moderninhas. De repente avistar uma pessoa conhecida dar um aceno a ela. Olhar a beleza das árvores, flores e quando cansar do calor abrigar-se sob uma árvore e se perguntar quem plantou. Muitas vezes nem foi pela mão do homem, mas pela sabedoria divina que faz com que o cocô dos pássaros espalhem sementes e façam com que nascam belas árvores. Ler um bom livro outra sujestão , até que os olhos não aguentem mais e se dê uma cochiladinha. Um banho de banheira, escutando um som que se goste. se não te conveci, não faz mal cada um escolhe onde quer passar o verão. Fico aqui por opção.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
A Felicidade
Suzana estava tão feliz. Ria à toa, aqui, acolá, tal qual uma criança ao ganhar sua primeira bicicleta. Vale lembrar que Suzana era mulher feita, como se diz no interior do Rio Grande do Sul. "Me conta Suzana, Suzaninha de onde vem tanta felicidade", perguntavam as amigas intrigadas, pois antes era difícil vê-la sorrir. Não respondia, apenas ria. Até que um dia começou a ficar com medo da inveja das amigas! Achou melhor contar a elas: " Tive um sonho em que alguém sem rosto me dizia: ao acordar pense em uma situação alegre ; ao levantar vá até ao espelho e sorria para ti mesma; no café sinta o paladar de cada alimento; Ao se vestir escolha roupas coloridas, dispense o pretinho básico. Depois ao chegar ao trabalho diga bom dia ao porteiro, ao ascensorista e aos teus colegas de trabalho. -Ah ,disseram suas amigas desanimadas.
Há que se dizer que as amigas não acreditaram e fofocavam que a Suzana estaria envolvida amorosamente com alguém, ou até poderia ter ganho na mega e estaria dando um tempo para depois sumir da cidade.
Uma amiga resolveu colocar em prática o conselho de Suzana. Era uma moça magrinha, meio desajeitada. Certo dia as outras amigas a encontraram, o nome dele era Maria Antônia e levaram o maior susto. Agora era ela quem sorria, quando não com os lábios, sorria com os olhos. Por onde passava deixava um rastro de riso.Sabe como é cidade do interior as coisas se espalham num vapt vupt (expressão do Chico) que se diga fora da ficção hoje acordou do coma de vinte dias, com um sorriso grandão.
Finalizando, as que não acreditaram em Suzaninha continuaram na mesma vida, uma risadinha de vez em quando meio forçada não essa de Suzana que vinha de sua alma.
Sabes o que tu leitor, deves fazer agora: Sorria, não importa que esteja só , sorria para ti mesmo. O mundo é bonito, não olhe para as coisas feias, além de que rir é uma ginástica facial, cria menos rugas do que um rosto sisudo. Ainda acho que sorrir é bem delicado, mais elegante, mas há ocasiões que uma boa gargalhada não fará mal a ninguém. Hoje me acordei inspirada para escrever sobre a felicidade, não copiei de livro de auto ajuda, mas ficou meio parecido. Vou parar por aqui.
Suzana estava tão feliz. Ria à toa, aqui, acolá, tal qual uma criança ao ganhar sua primeira bicicleta. Vale lembrar que Suzana era mulher feita, como se diz no interior do Rio Grande do Sul. "Me conta Suzana, Suzaninha de onde vem tanta felicidade", perguntavam as amigas intrigadas, pois antes era difícil vê-la sorrir. Não respondia, apenas ria. Até que um dia começou a ficar com medo da inveja das amigas! Achou melhor contar a elas: " Tive um sonho em que alguém sem rosto me dizia: ao acordar pense em uma situação alegre ; ao levantar vá até ao espelho e sorria para ti mesma; no café sinta o paladar de cada alimento; Ao se vestir escolha roupas coloridas, dispense o pretinho básico. Depois ao chegar ao trabalho diga bom dia ao porteiro, ao ascensorista e aos teus colegas de trabalho. -Ah ,disseram suas amigas desanimadas.
Há que se dizer que as amigas não acreditaram e fofocavam que a Suzana estaria envolvida amorosamente com alguém, ou até poderia ter ganho na mega e estaria dando um tempo para depois sumir da cidade.
Uma amiga resolveu colocar em prática o conselho de Suzana. Era uma moça magrinha, meio desajeitada. Certo dia as outras amigas a encontraram, o nome dele era Maria Antônia e levaram o maior susto. Agora era ela quem sorria, quando não com os lábios, sorria com os olhos. Por onde passava deixava um rastro de riso.Sabe como é cidade do interior as coisas se espalham num vapt vupt (expressão do Chico) que se diga fora da ficção hoje acordou do coma de vinte dias, com um sorriso grandão.
Finalizando, as que não acreditaram em Suzaninha continuaram na mesma vida, uma risadinha de vez em quando meio forçada não essa de Suzana que vinha de sua alma.
Sabes o que tu leitor, deves fazer agora: Sorria, não importa que esteja só , sorria para ti mesmo. O mundo é bonito, não olhe para as coisas feias, além de que rir é uma ginástica facial, cria menos rugas do que um rosto sisudo. Ainda acho que sorrir é bem delicado, mais elegante, mas há ocasiões que uma boa gargalhada não fará mal a ninguém. Hoje me acordei inspirada para escrever sobre a felicidade, não copiei de livro de auto ajuda, mas ficou meio parecido. Vou parar por aqui.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
NÃO PLANEJE! VIVA UM DIA APÓS O OUTRO!
É, PESSOAL. A GENTE PLANEJA TUDO. É A CASA NOVA QUE VAI COMPRAR, O CARRO NOVO! PARA QUEM JÁ TEM MAIS DE CINQUENTINHA PLANEJA UMA REVISÃO COMPLETA INTERNA DO CORPÍTIO. SÓ QUE QUE ÁS VEZES DEMORA TANTO PARA FAZÊ-LA, QUE OU MORRE ANTES OU ESTÁ TUDO DETONADO QUE NÃO TEM MAIS JEITO. QUE TAL FAZER AGORA, VIVER O JÁ! OLHA, PRESTEM ATENÇÃO NÃO É GASTAR ALÉM DE SEUS RENDIMENTOS, NEM SAIR AGARRANDO TODO MUNDO NA RUA! FAZER AS COISAS NÃO É SAIR ATROPELANDO, CALMA, MAS NÃO DE JÓ . não deixe para fazer amanhã o que pode fazer agora!
termino com XICO XAVIER.
" EMBORA NINGÚEM POSSA VOLTAR ATRÁS E FAZER UM NOVO COMEÇO, QUALQUER UM PODE COMEÇAR AGORA E FAZER UM NOVO FIM."
termino com XICO XAVIER.
" EMBORA NINGÚEM POSSA VOLTAR ATRÁS E FAZER UM NOVO COMEÇO, QUALQUER UM PODE COMEÇAR AGORA E FAZER UM NOVO FIM."
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Sonho
Sonho
O sonho de um menino
Um apito.
O sonho de um velho
Um videotape.
O sonho de um insone
Um dormir sem tréguas.
O sonho de um escritor
Um livro inteiro sem dor.
O sonho de um menino
Um apito.
O sonho de um velho
Um videotape.
O sonho de um insone
Um dormir sem tréguas.
O sonho de um escritor
Um livro inteiro sem dor.
poema sem nome
O seu olhar
O mar
Os seus braços
O traço
O seu abraço
O Porto Seguro
Quero Ler
Escrever
A vida sorver
Um milhão de letrinhas dançantes comer
O mar
Os seus braços
O traço
O seu abraço
O Porto Seguro
Quero Ler
Escrever
A vida sorver
Um milhão de letrinhas dançantes comer
Superação de uma família
E eis que ironia do destino, vejam só: a menininha que tinha que buscar de balde a água potável, para a família beber em uma torneiro pública, agora mulher de meia idade, coberta de espuma em uma banheira de hidromassagem! Ela jamais sonhara, jamais pensara que sairia daquela pobrezaE eis que ironia do destino, vejam só: a menininha que tinha que buscar de balde a água potável, para a família beber em uma torneiro pública, agora mulher de meia idade, coberta de espuma em uma banheira de hidromassagem! Ela jamais sonhara, jamais pensara que sairia daquela pobreza, mas pobreza material, porque riqueza espiritual sempre 98 muita. Brincando com a espuma muito branca que cobre seu corpo, lembra da infância muito sofrida, lembra da banana, do ovo dividido entre tantas bocas. Lembra da japona de feltro, que dividia com a irmã. Muitas vezes antes de adentrar no portão da casa. Era uma casa pintada com cal. O cal branquinho, cheiroso.... às vezes chegava a imaginar que gosto teria...No assoalho, logo após a escadinha de três degraus havia uma mancha de tinta de tinteiro. Quem teria ali derramado, nunca ousou perguntar, mas muito esfregava aquele chão quando lavava .
Oh, vão empilhar a lenha, pois vai chover, gritava a sua mãe. Lá iam eles, franzinos, de pés descalços a colocar a lenha para dentro do galpão. O sonho da menina magricela era dar uma volta na gaiota ( veículo puxada por animal)que trazia a lenha ou quem sabe ir para longe onde tivesse um bom pão com manteiga e uma xícara de café com leite. O pão era muito escasso na casa dessa gente tão lutadora, mas tão pobrezinha! Então em vez de pão havia muito cuscuz!( comida nordestina)Nitita era o apelido da menina magrinha, esta era uma especialista em fazer o "cuscuz". A farinha de milho deslizava entre os dedos dela , ao mesmo tempo em que ia umedecendo com água , uma pitadinha de sal e outra de açúcar ! Depois como não havia a forma apropriada para fazer a "iguaria", era improvisado com uma tampa de panela e um pano de prato para o cozimento em banho maria. E rapidinho estava tudo pronto. Então Glauco, Omar, Genival,Esses eram os nomes dos irmãos de Nitita, devoravam com a maior alegria o alimento que era acompanhado , na maioria das vezes com café preto, pois o leite era reservado às crianças menores. Havia também uma irmã que se chamava Sheila e o irmão mais moço que se chamava Aragão . Era uma gente pobre, mas muito bonita, muito alegres, muito estudiosos e muito felizes mesmo!
Moravam anteriormente em uma casinha branca, pintadinha a cal pelo seu Dorval que era o chefe da família. Comentava-se que seu Dorval era filho de fazendeiros , gente muito rica, rica mesmo, e que este somente fora trabalhar com quase quarenta anos de idade, depois que seu pai vendeu a propriedade, o gado etc... Seu Dorval era um homem alto, magro com olhos cor de mel, um bigode não muito grande, podia se dizer que era bem apessoado. Seu temperamento era calmo na aparência, muito calado e raramente sorria. Trabalhara para fazendeiros como capataz. Sabia trançar um laço , sabia montar e falavam que fora um excelente domador quando jovem. Mas agora trabalhava como funcionário público no Batalhão Rodoviário que construiu várias estradas, dentre elas BR285, Br290 e iniciou a construção da Estrada Belém- Santarém. A função que desempenhava era como guarda-noturno, na época chamavam a essas pessoas de "vigia", um civil que cuidadava das casas dos oficiais. Isso tudo aconteceu na cidade de Rio das Antas.E eis que ironia do destino, vejam só: a menininha que tinha que buscar de balde a água potável, para a família beber em uma torneiro pública, agora mulher de meia idade, coberta de espuma em uma banheira de hidromassagem! Ela jamais sonhara, jamais pensara que sairia daquela pobreza, mas pobreza material, porque riqueza espiritual sempre 98 muita. Brincando com a espuma muito branca que cobre seu corpo, lembra da infância muito sofrida, lembra da banana, do ovo dividido entre tantas bocas. Lembra da japona de feltro, que dividia com a irmã. Muitas vezes antes de adentrar no portão da casa. Era uma casa pintada com cal. O cal branquinho, cheiroso.... às vezes chegava a imaginar que gosto teria...No assoalho, logo após a escadinha de três degraus havia uma mancha de tinta de tinteiro. Quem teria ali derramado, nunca ousou perguntar, mas muito esfregava aquele chão quando lavava .
Oh, vão empilhar a lenha, pois vai chover, gritava a sua mãe. Lá iam eles, franzinos, de pés descalços a colocar a lenha para dentro do galpão. O sonho da menina magricela era dar uma volta na gaiota ( veículo puxada por animal)que trazia a lenha ou quem sabe ir para longe onde tivesse um bom pão com manteiga e uma xícara de café com leite. O pão era muito escasso na casa dessa gente tão lutadora, mas tão pobrezinha! Então em vez de pão havia muito cuscuz!( comida nordestina)Nitita era o apelido da menina magrinha, esta era uma especialista em fazer o "cuscuz". A farinha de milho deslizava entre os dedos dela , ao mesmo tempo em que ia umedecendo com água , uma pitadinha de sal e outra de açúcar ! Depois como não havia a forma apropriada para fazer a "iguaria", era improvisado com uma tampa de panela e um pano de prato para o cozimento em banho maria. E rapidinho estava tudo pronto. Então Glauco, Omar, Genival,Esses eram os nomes dos irmãos de Nitita, devoravam com a maior alegria o alimento que era acompanhado , na maioria das vezes com café preto, pois o leite era reservado às crianças menores. Havia também uma irmã que se chamava Sheila e o irmão mais moço que se chamava Aragão . Era uma gente pobre, mas muito bonita, muito alegres, muito estudiosos e muito felizes mesmo!
Moravam anteriormente em uma casinha branca, pintadinha a cal pelo seu Dorval que era o chefe da família. Comentava-se que seu Dorval era filho de fazendeiros , gente muito rica, rica mesmo, e que este somente fora trabalhar com quase quarenta anos de idade, depois que seu pai vendeu a propriedade, o gado etc... Seu Dorval era um homem alto, magro com olhos cor de mel, um bigode não muito grande, podia se dizer que era bem apessoado. Seu temperamento era calmo na aparência, muito calado e raramente sorria. Trabalhara para fazendeiros como capataz. Sabia trançar um laço , sabia montar e falavam que fora um excelente domador quando jovem. Mas agora trabalhava como funcionário público no Batalhão Rodoviário que construiu várias estradas, dentre elas BR285, Br290 e iniciou a construção da Estrada Belém- Santarém. A função que desempenhava era como guarda-noturno, na época chamavam a essas pessoas de "vigia", um civil que cuidadava das casas dos oficiais. Isso tudo aconteceu na cidade de Rio das Antas.E eis que ironia do destino, vejam só: a menininha que tinha que buscar de balde a água potável, para a família beber em uma torneiro pública, agora mulher de meia idade, coberta de espuma em uma banheira de hidromassagem! Ela jamais sonhara, jamais pensara que sairia daquela pobreza, mas pobreza material, porque riqueza espiritual sempre 98 muita. Brincando com a espuma muito branca que cobre seu corpo, lembra da infância muito sofrida, lembra da banana, do ovo dividido entre tantas bocas. Lembra da japona de feltro, que dividia com a irmã. Muitas vezes antes de adentrar no portão da casa. Era uma casa pintada com cal. O cal branquinho, cheiroso.... às vezes chegava a imaginar que gosto teria...No assoalho, logo após a escadinha de três degraus havia uma mancha de tinta de tinteiro. Quem teria ali derramado, nunca ousou perguntar, mas muito esfregava aquele chão quando lavava .
Oh, vão empilhar a lenha, pois vai chover, gritava a sua mãe. Lá iam eles, franzinos, de pés descalços a colocar a lenha para dentro do galpão. O sonho da menina magricela era dar uma volta na gaiota ( veículo puxada por animal)que trazia a lenha ou quem sabe ir para longe onde tivesse um bom pão com manteiga e uma xícara de café com leite. O pão era muito escasso na casa dessa gente tão lutadora, mas tão pobrezinha! Então em vez de pão havia muito cuscuz!( comida nordestina)Nitita era o apelido da menina magrinha, esta era uma especialista em fazer o "cuscuz". A farinha de milho deslizava entre os dedos dela , ao mesmo tempo em que ia umedecendo com água , uma pitadinha de sal e outra de açúcar ! Depois como não havia a forma apropriada para fazer a "iguaria", era improvisado com uma tampa de panela e um pano de prato para o cozimento em banho maria. E rapidinho estava tudo pronto. Então Glauco, Omar, Genival,Esses eram os nomes dos irmãos de Nitita, devoravam com a maior alegria o alimento que era acompanhado , na maioria das vezes com café preto, pois o leite era reservado às crianças menores. Havia também uma irmã que se chamava Sheila e o irmão mais moço que se chamava Aragão . Era uma gente pobre, mas muito bonita, muito alegres, muito estudiosos e muito felizes mesmo!
Moravam anteriormente em uma casinha branca, pintadinha a cal pelo seu Dorval que era o chefe da família. Comentava-se que seu Dorval era filho de fazendeiros , gente muito rica, rica mesmo, e que este somente fora trabalhar com quase quarenta anos de idade, depois que seu pai vendeu a propriedade, o gado etc... Seu Dorval era um homem alto, magro com olhos cor de mel, um bigode não muito grande, podia se dizer que era bem apessoado. Seu temperamento era calmo na aparência, muito calado e raramente sorria. Trabalhara para fazendeiros como capataz. Sabia trançar um laço , sabia montar e falavam que fora um excelente domador quando jovem. Mas agora trabalhava como funcionário público no Batalhão Rodoviário que construiu várias estradas, dentre elas BR285, Br290 e iniciou a construção da Estrada Belém- Santarém. A função que desempenhava era como guarda-noturno, na época chamavam a essas pessoas de "vigia", um civil que cuidadava das casas dos oficiais. Isso tudo aconteceu na cidade de Rio das Antas. mas pobreza material, porque riqueza espiritual sempre 98 muita. Brincando com a espuma muito branca que cobre seu corpo, lembra da infância muito sofrida, lembra da banana, do ovo dividido entre tantas bocas. Lembra da japona de feltro, que dividia com a irmã. Muitas vezes antes de adentrar no portão da casa. Era uma casa pintada com cal. O cal branquinho, cheiroso.... às vezes chegava a imaginar que gosto teria...No assoalho, logo após a escadinha de três degraus havia uma mancha de tinta de tinteiro. Quem teria ali derramado, nunca ousou perguntar, mas muito esfregava aquele chão quando lavava .
Oh, vão empilhar a lenha, pois vai chover, gritava a sua mãe. Lá iam eles, franzinos, de pés descalços a colocar a lenha para dentro do galpão. O sonho da menina magricela era dar uma volta na gaiota ( veículo puxada por animal)que trazia a lenha ou quem sabe ir para longe onde tivesse um bom pão com manteiga e uma xícara de café com leite. O pão era muito escasso na casa dessa gente tão lutadora, mas tão pobrezinha! Então em vez de pão havia muito cuscuz!( comida nordestina)Nitita era o apelido da menina magrinha, esta era uma especialista em fazer o "cuscuz". A farinha de milho deslizava entre os dedos dela , ao mesmo tempo em que ia umedecendo com água , uma pitadinha de sal e outra de açúcar ! Depois como não havia a forma apropriada para fazer a "iguaria", era improvisado com uma tampa de panela e um pano de prato para o cozimento em banho maria. E rapidinho estava tudo pronto. Então Glauco, Omar, Genival,Esses eram os nomes dos irmãos de Nitita, devoravam com a maior alegria o alimento que era acompanhado , na maioria das vezes com café preto, pois o leite era reservado às crianças menores. Havia também uma irmã que se chamava Sheila e o irmão mais moço que se chamava Aragão . Era uma gente pobre, mas muito bonita, muito alegres, muito estudiosos e muito felizes mesmo!
Moravam anteriormente em uma casinha branca, pintadinha a cal pelo seu Dorval que era o chefe da família. Comentava-se que seu Dorval era filho de fazendeiros , gente muito rica, rica mesmo, e que este somente fora trabalhar com quase quarenta anos de idade, depois que seu pai vendeu a propriedade, o gado etc... Seu Dorval era um homem alto, magro com olhos cor de mel, um bigode não muito grande, podia se dizer que era bem apessoado. Seu temperamento era calmo na aparência, muito calado e raramente sorria. Trabalhara para fazendeiros como capataz. Sabia trançar um laço , sabia montar e falavam que fora um excelente domador quando jovem. Mas agora trabalhava como funcionário público no Batalhão Rodoviário que construiu várias estradas, dentre elas BR285, Br290 e iniciou a construção da Estrada Belém- Santarém. A função que desempenhava era como guarda-noturno, na época chamavam a essas pessoas de "vigia", um civil que cuidadava das casas dos oficiais. Isso tudo aconteceu na cidade de Rio das Antas.
Oh, vão empilhar a lenha, pois vai chover, gritava a sua mãe. Lá iam eles, franzinos, de pés descalços a colocar a lenha para dentro do galpão. O sonho da menina magricela era dar uma volta na gaiota ( veículo puxada por animal)que trazia a lenha ou quem sabe ir para longe onde tivesse um bom pão com manteiga e uma xícara de café com leite. O pão era muito escasso na casa dessa gente tão lutadora, mas tão pobrezinha! Então em vez de pão havia muito cuscuz!( comida nordestina)Nitita era o apelido da menina magrinha, esta era uma especialista em fazer o "cuscuz". A farinha de milho deslizava entre os dedos dela , ao mesmo tempo em que ia umedecendo com água , uma pitadinha de sal e outra de açúcar ! Depois como não havia a forma apropriada para fazer a "iguaria", era improvisado com uma tampa de panela e um pano de prato para o cozimento em banho maria. E rapidinho estava tudo pronto. Então Glauco, Omar, Genival,Esses eram os nomes dos irmãos de Nitita, devoravam com a maior alegria o alimento que era acompanhado , na maioria das vezes com café preto, pois o leite era reservado às crianças menores. Havia também uma irmã que se chamava Sheila e o irmão mais moço que se chamava Aragão . Era uma gente pobre, mas muito bonita, muito alegres, muito estudiosos e muito felizes mesmo!
Moravam anteriormente em uma casinha branca, pintadinha a cal pelo seu Dorval que era o chefe da família. Comentava-se que seu Dorval era filho de fazendeiros , gente muito rica, rica mesmo, e que este somente fora trabalhar com quase quarenta anos de idade, depois que seu pai vendeu a propriedade, o gado etc... Seu Dorval era um homem alto, magro com olhos cor de mel, um bigode não muito grande, podia se dizer que era bem apessoado. Seu temperamento era calmo na aparência, muito calado e raramente sorria. Trabalhara para fazendeiros como capataz. Sabia trançar um laço , sabia montar e falavam que fora um excelente domador quando jovem. Mas agora trabalhava como funcionário público no Batalhão Rodoviário que construiu várias estradas, dentre elas BR285, Br290 e iniciou a construção da Estrada Belém- Santarém. A função que desempenhava era como guarda-noturno, na época chamavam a essas pessoas de "vigia", um civil que cuidadava das casas dos oficiais. Isso tudo aconteceu na cidade de Rio das Antas.E eis que ironia do destino, vejam só: a menininha que tinha que buscar de balde a água potável, para a família beber em uma torneiro pública, agora mulher de meia idade, coberta de espuma em uma banheira de hidromassagem! Ela jamais sonhara, jamais pensara que sairia daquela pobreza, mas pobreza material, porque riqueza espiritual sempre 98 muita. Brincando com a espuma muito branca que cobre seu corpo, lembra da infância muito sofrida, lembra da banana, do ovo dividido entre tantas bocas. Lembra da japona de feltro, que dividia com a irmã. Muitas vezes antes de adentrar no portão da casa. Era uma casa pintada com cal. O cal branquinho, cheiroso.... às vezes chegava a imaginar que gosto teria...No assoalho, logo após a escadinha de três degraus havia uma mancha de tinta de tinteiro. Quem teria ali derramado, nunca ousou perguntar, mas muito esfregava aquele chão quando lavava .
Oh, vão empilhar a lenha, pois vai chover, gritava a sua mãe. Lá iam eles, franzinos, de pés descalços a colocar a lenha para dentro do galpão. O sonho da menina magricela era dar uma volta na gaiota ( veículo puxada por animal)que trazia a lenha ou quem sabe ir para longe onde tivesse um bom pão com manteiga e uma xícara de café com leite. O pão era muito escasso na casa dessa gente tão lutadora, mas tão pobrezinha! Então em vez de pão havia muito cuscuz!( comida nordestina)Nitita era o apelido da menina magrinha, esta era uma especialista em fazer o "cuscuz". A farinha de milho deslizava entre os dedos dela , ao mesmo tempo em que ia umedecendo com água , uma pitadinha de sal e outra de açúcar ! Depois como não havia a forma apropriada para fazer a "iguaria", era improvisado com uma tampa de panela e um pano de prato para o cozimento em banho maria. E rapidinho estava tudo pronto. Então Glauco, Omar, Genival,Esses eram os nomes dos irmãos de Nitita, devoravam com a maior alegria o alimento que era acompanhado , na maioria das vezes com café preto, pois o leite era reservado às crianças menores. Havia também uma irmã que se chamava Sheila e o irmão mais moço que se chamava Aragão . Era uma gente pobre, mas muito bonita, muito alegres, muito estudiosos e muito felizes mesmo!
Moravam anteriormente em uma casinha branca, pintadinha a cal pelo seu Dorval que era o chefe da família. Comentava-se que seu Dorval era filho de fazendeiros , gente muito rica, rica mesmo, e que este somente fora trabalhar com quase quarenta anos de idade, depois que seu pai vendeu a propriedade, o gado etc... Seu Dorval era um homem alto, magro com olhos cor de mel, um bigode não muito grande, podia se dizer que era bem apessoado. Seu temperamento era calmo na aparência, muito calado e raramente sorria. Trabalhara para fazendeiros como capataz. Sabia trançar um laço , sabia montar e falavam que fora um excelente domador quando jovem. Mas agora trabalhava como funcionário público no Batalhão Rodoviário que construiu várias estradas, dentre elas BR285, Br290 e iniciou a construção da Estrada Belém- Santarém. A função que desempenhava era como guarda-noturno, na época chamavam a essas pessoas de "vigia", um civil que cuidadava das casas dos oficiais. Isso tudo aconteceu na cidade de Rio das Antas.E eis que ironia do destino, vejam só: a menininha que tinha que buscar de balde a água potável, para a família beber em uma torneiro pública, agora mulher de meia idade, coberta de espuma em uma banheira de hidromassagem! Ela jamais sonhara, jamais pensara que sairia daquela pobreza, mas pobreza material, porque riqueza espiritual sempre 98 muita. Brincando com a espuma muito branca que cobre seu corpo, lembra da infância muito sofrida, lembra da banana, do ovo dividido entre tantas bocas. Lembra da japona de feltro, que dividia com a irmã. Muitas vezes antes de adentrar no portão da casa. Era uma casa pintada com cal. O cal branquinho, cheiroso.... às vezes chegava a imaginar que gosto teria...No assoalho, logo após a escadinha de três degraus havia uma mancha de tinta de tinteiro. Quem teria ali derramado, nunca ousou perguntar, mas muito esfregava aquele chão quando lavava .
Oh, vão empilhar a lenha, pois vai chover, gritava a sua mãe. Lá iam eles, franzinos, de pés descalços a colocar a lenha para dentro do galpão. O sonho da menina magricela era dar uma volta na gaiota ( veículo puxada por animal)que trazia a lenha ou quem sabe ir para longe onde tivesse um bom pão com manteiga e uma xícara de café com leite. O pão era muito escasso na casa dessa gente tão lutadora, mas tão pobrezinha! Então em vez de pão havia muito cuscuz!( comida nordestina)Nitita era o apelido da menina magrinha, esta era uma especialista em fazer o "cuscuz". A farinha de milho deslizava entre os dedos dela , ao mesmo tempo em que ia umedecendo com água , uma pitadinha de sal e outra de açúcar ! Depois como não havia a forma apropriada para fazer a "iguaria", era improvisado com uma tampa de panela e um pano de prato para o cozimento em banho maria. E rapidinho estava tudo pronto. Então Glauco, Omar, Genival,Esses eram os nomes dos irmãos de Nitita, devoravam com a maior alegria o alimento que era acompanhado , na maioria das vezes com café preto, pois o leite era reservado às crianças menores. Havia também uma irmã que se chamava Sheila e o irmão mais moço que se chamava Aragão . Era uma gente pobre, mas muito bonita, muito alegres, muito estudiosos e muito felizes mesmo!
Moravam anteriormente em uma casinha branca, pintadinha a cal pelo seu Dorval que era o chefe da família. Comentava-se que seu Dorval era filho de fazendeiros , gente muito rica, rica mesmo, e que este somente fora trabalhar com quase quarenta anos de idade, depois que seu pai vendeu a propriedade, o gado etc... Seu Dorval era um homem alto, magro com olhos cor de mel, um bigode não muito grande, podia se dizer que era bem apessoado. Seu temperamento era calmo na aparência, muito calado e raramente sorria. Trabalhara para fazendeiros como capataz. Sabia trançar um laço , sabia montar e falavam que fora um excelente domador quando jovem. Mas agora trabalhava como funcionário público no Batalhão Rodoviário que construiu várias estradas, dentre elas BR285, Br290 e iniciou a construção da Estrada Belém- Santarém. A função que desempenhava era como guarda-noturno, na época chamavam a essas pessoas de "vigia", um civil que cuidadava das casas dos oficiais. Isso tudo aconteceu na cidade de Rio das Antas. mas pobreza material, porque riqueza espiritual sempre 98 muita. Brincando com a espuma muito branca que cobre seu corpo, lembra da infância muito sofrida, lembra da banana, do ovo dividido entre tantas bocas. Lembra da japona de feltro, que dividia com a irmã. Muitas vezes antes de adentrar no portão da casa. Era uma casa pintada com cal. O cal branquinho, cheiroso.... às vezes chegava a imaginar que gosto teria...No assoalho, logo após a escadinha de três degraus havia uma mancha de tinta de tinteiro. Quem teria ali derramado, nunca ousou perguntar, mas muito esfregava aquele chão quando lavava .
Oh, vão empilhar a lenha, pois vai chover, gritava a sua mãe. Lá iam eles, franzinos, de pés descalços a colocar a lenha para dentro do galpão. O sonho da menina magricela era dar uma volta na gaiota ( veículo puxada por animal)que trazia a lenha ou quem sabe ir para longe onde tivesse um bom pão com manteiga e uma xícara de café com leite. O pão era muito escasso na casa dessa gente tão lutadora, mas tão pobrezinha! Então em vez de pão havia muito cuscuz!( comida nordestina)Nitita era o apelido da menina magrinha, esta era uma especialista em fazer o "cuscuz". A farinha de milho deslizava entre os dedos dela , ao mesmo tempo em que ia umedecendo com água , uma pitadinha de sal e outra de açúcar ! Depois como não havia a forma apropriada para fazer a "iguaria", era improvisado com uma tampa de panela e um pano de prato para o cozimento em banho maria. E rapidinho estava tudo pronto. Então Glauco, Omar, Genival,Esses eram os nomes dos irmãos de Nitita, devoravam com a maior alegria o alimento que era acompanhado , na maioria das vezes com café preto, pois o leite era reservado às crianças menores. Havia também uma irmã que se chamava Sheila e o irmão mais moço que se chamava Aragão . Era uma gente pobre, mas muito bonita, muito alegres, muito estudiosos e muito felizes mesmo!
Moravam anteriormente em uma casinha branca, pintadinha a cal pelo seu Dorval que era o chefe da família. Comentava-se que seu Dorval era filho de fazendeiros , gente muito rica, rica mesmo, e que este somente fora trabalhar com quase quarenta anos de idade, depois que seu pai vendeu a propriedade, o gado etc... Seu Dorval era um homem alto, magro com olhos cor de mel, um bigode não muito grande, podia se dizer que era bem apessoado. Seu temperamento era calmo na aparência, muito calado e raramente sorria. Trabalhara para fazendeiros como capataz. Sabia trançar um laço , sabia montar e falavam que fora um excelente domador quando jovem. Mas agora trabalhava como funcionário público no Batalhão Rodoviário que construiu várias estradas, dentre elas BR285, Br290 e iniciou a construção da Estrada Belém- Santarém. A função que desempenhava era como guarda-noturno, na época chamavam a essas pessoas de "vigia", um civil que cuidadava das casas dos oficiais. Isso tudo aconteceu na cidade de Rio das Antas.
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