No espelho há um rosto
No rosto a face disforme de
Alguém que sempre foi sem nunca ter sido
Um olhar do mar que sempre foi terra
Um olhar do mar que sempre foi terra
Um chorar de lágrimas que sempre foi riso
Uma risada que sempre foi choro
Uma vida que sempre foi sonho
Uma menina que nunca quis crescer
em pequenina
No teu coração cabia o mundo
Vem e canta
A canção do pássaro ferido
Dói, mas ainda voa
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